sábado, 17 de setembro de 2011

Morar Mais Por Menos - Rio 2011


MORAR MAIS POR MENOS RIO 2011

A oitava edição carioca da mostra Morar Mais por Menos acontece até 9 de outubro na sede da Pequena Cruzada, na Lagoa. Mais de cem profissionais, entre arquitetos, decoradores e paisagistas, assinam 75 ambientes distribuídos em 2100m2 de área construída e 1800m2 de área externa. Projetar espaços "chiques que cabem no bolso", com foco na sustentabilidade, continua a ser principal desafio dos participantes do evento, organizado por Lígia Schuback e Sabrina Schuback Rocha.

Por sustentabilidade entendam-se não só produtos e materiais sustentáveis, certificados ou reaproveitados, mas também a prática da “inclusão social” através da decoração solidária. Desde 2008, o evento estimula seus participantes a buscar parcerias com Ongs e cooperativas para incluir trabalhos artesanais nos projetos. “Além de gerar renda para artesãos e comunidades carentes, esta ação promove a valorização das peças artesanais, que são ambientadas de forma sofisticada ou descolada por nossos arquitetos e decoradores”, explica Lígia Schuback.

A cada nova edição, o evento Morar Mais por Menos se firma como um evento eclético que, além de lançar novidades, revela novos talentos, que passam a dividir espaço com profissionais mais experientes. “Nosso evento coloca lado a lado, em perfeita harmonia, arquitetos professores, recém-formados, renomados e os que simplesmente simpatizam com o conceito da mostra”, conta Lígia Schuback, uma das organizadoras.

Além dos espaços decorados, o evento conta ainda com um espaço para a exposiçãoEntrelaçados” (de móveis e luminárias assinados pelo arquiteto Jonhy Creimer); sete lojas com produtos à venda no local - Loja Morar Mais (de produtos licenciados com a marca do evento), Loja Sebrae (de acessórios de moda criados por 15 estilistas cariocas apoiados pelo Sebrae-RJ), Loja da Varanda, Loja da Lagoa, Loja da Casa, Loja Infantil e Loja dos Sentidos; uma joalheria Bling-Bling (vitrine para venda de peças assinadas por renomados e novos talentos em design de jóias); e três opções gastronômicas - o restaurante principal ficará no andar térreo, sob o comando da chef Joana Carvalho; no anexo haverá um restaurante japonês, sob o comando da chef Flávia Figueiredo, já o Café Muller ficará no terceiro piso, sob o comando de Juvenal Müller.


SERVIÇO DA MOSTRA MORAR MAIS POR MENOS:




Funcionamento: de 31 de agosto a 9 de outubro
Horário: de 3ª a domingo, das 12h às 21h
Ingressos: R$ 20,00 (de 3ª a 6ª) e R$ 25,00 (sab, dom e feriados)
Local: Av. Epitácio Pessoa, 4.866 – Lagoa
Telefone para informações: 21-2512-2412

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Rosy Cardoso

Retornando há pouco dos Estados Unidos, a artista plástica Rosy Cardoso participa de coletiva na Saga da Avenida T-7. Abertura: 13/09/2011, às 19:00 horas. Quem conhece essa super artista, sabe que vale a pena frequentar seu atelier  Fazendo Arte (Rua J-69, esq. com Cristóvão Colombo, qd. 121, lote 01, Setor Jaó) e visitar suas exposições.

sábado, 10 de setembro de 2011

Acontecendo...





Exposição de João Bernardes, na Catedral das Artes, até o dia 30 de setembro, de segunda a sexta, das 09:00h às 19:00; aos sábados, das 09:00h às 14:00h. Endereço: Rua Campo Verde, 15, qd. 98, lt. 51, Setor Santa Genoveva. Não percam!
P.S. Este endereço será modificado para www.mariliafleury.blogspot.com

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Patchwork

Casa Claudia

Lembra das colchas de retalho da sua avó, que uniam beleza, economia e habilidade? Pois é, essa mistura de cores e padrões volta com força total na decoração. Você pode usar o patchwork em móveis, tapetes, paredes, lençóis...você reaproveita, você inventa, e cria uma composição exclusiva. Você pode usar ladrilho hidráulico, azulejos, tecidos, adesivos...Fica tudo colorido, alegre, cheio de bossa. Novamente: o combinar descombinando exige felling, e isso vem do treino. Treinar o olhar é questão de muito olhar, de experimentar. Gasta-se um pouco mais de tempo, mas o resultado compensa. Já desmanchei um mostruário de tecidos para fazer um edredon e ficou super lindo, aconchegante mesmo. Harmonia: sempre importante, indispensável. Não exagere, não cubra todas as paredes com um patchwork que se repete na mesa e nos móveis. O resultado será uma mistura de Castelo Rá-tim-bum e Alice no País das Maravilhas. Você acha que misturar estampas diferentes deixa sua casa exagerada e que é mais seguro usar apenas um ou dois tons na decoração?  Então, tá.

Casa e Decoração

Casa e Decoração

Casa Claudia

Casa e Decoração

Casa Claudia

Casa e  Decoração

Casa e Jardim

Casa e Decoração

Casa e Decoração



sábado, 3 de setembro de 2011

Se essa rua fosse minha, eu mandava ladrilhar


Casa Claudia

O ladrilho hidráulico, feito de cimento, pigmentos, pós de mármore e quartzo, endurecido na água, é uma aposta certeiríssima para colorir, para sobressair, para deixar qualquer parede ou piso bacanérrimo. Antigamente era o que havia, ao lado do piso de madeira (de madeira mesmo!). De uns anos para cá, ele foi reabilitado e, claro, passou a custar bem caro. O fato de ele ser feito manualmente, um a um, justifica o preço. Para diminuir o custo, procure usá-lo em áreas menores e misturar livremente os desenhos. Ele faz bonito em banheiros, cozinhas, salas, varandas, quartos, lavabos, fachadas, tampos de mesa... O ladrilho hidráulico é assentado com junta seca, e é indispensável aplicar uma resina para protegê-lo. É desejável que a resina seja aplicada a cada dois anos; para limpar, é proibido o uso de ácidos. Use apenas água e sabão neutro. Aplicar alguns em calçadas também pega super bem. É um produto mais caro? É. Mas usá-lo com parcimônia, um aqui, outro acolá, também dá um charme danado.

Casa Claudia

Casa e Jardim

Casa Claudia

Casa Claudia

Casa Claudia
Casa Claudia

Casa Claudia

Casa Claudia

Casa Claudia

Casa Claudia

Casa Claudia


Casa Claudia

P.S. Este blog terá seu endereço modificado para www.mariliafleury.blogspot.com


domingo, 21 de agosto de 2011

Por que amo Fornasetti



Piero Fornasetti foi um pintor, escultor, gravador e decorador italiano, que nasceu em 1913 e morreu em 1988. Definido como um artista do Renascimento, Fornasetti era, segundo suas próprias palavras, alguém que não acreditava nas épocas nem nas datas. Talvez dessa postura tenha resultado sua obra atemporal, onírica, sem limites, misturando ícones, arte, imagens históricas e modernas, numa atmosfera mágica de indiscutível apuro estético. Se é possível comparar design e cinema, seu correspondente seria uma mistura de Buñuel, Fellini e David Lynch, no que existe neles da fantasia mais desenfreada. O fato de ele ter criado mais de 11 mil desenhos e projetos, esboços e estampas, decoração de ambientes e equipamentos, dá uma ideia de sua agilidade mental e da necessidade imperiosa de construir um universo paralelo quase surreal. Impossível ver fotos da casa de Fornasetti em Milão sem pensar como eu queria morar aí, ou melhor, como eu queria sonhar aí!

Blog MadeByGirl

Casa de Fornasetti  (Casa Vogue)

Casa Claudia

Casa de Fornasetti (Casa Vogue)

Casa de Fornasetti (Casa Vogue)

Casa de Fornasetti (Casa Vogue)

Casa de Fornasetti (Casa Vogue)

Casa de Fornasetti (Casa Vogue)

Vintage and Chic 

P.S. O endereço deste blog vai ser mudado, em breve, para www.mariliafleury.blogspot.com

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Lixo urbano


                                                                                       
                                                                           

                                                           
Lixo?! Melhor rever seus conceitos. Estragou? Enjoou? Joga fora no lixo? Fique sabendo que tudo tem conserto! Até gente! Claro que, se ninguém compra, a economia fica estagnada. Mas essa atitude tão comum de abandonar aquilo que está estragado é altamente nociva ao planeta e ao seu bolso. Não serve mais? Imagine outras utilidades. Aproveite. Recicle. Adote essa atitude em relação a objetos e pessoas, pois, assim como é usual abandonar objetos, pessoas que não produzem mais também são frequentemente relegadas à indiferença. Quer ter estilo? Não ostente (mesmo se possuir condições financeiras para isso). Assim como são infinitas as variações de cores e penteados, também um objeto pode ser transformado diversas vezes. E o melhor: é um objeto seu, exclusivo, feito por você, no qual você coloca sua habilidade, sua alma, sua criatividade. O lixo ganha o status de material reaproveitado e uma simples gaveta pode virar um móvel de design. Olhe para os lados e perceba que poucas, pouquíssimas coisas jogadas no lixo merecem receber esse nome pejorativo. Pense duas vezes antes de dizer Você é um lixo para alguém que aprontou com você. Isso pode até ser tomado como elogio! Há alguns anos, numa Bienal em SP, alguém fez uma instação só com coisas abandonadas encontradas pelo caminho. Esqueci o conceito que embasava a obra (ah, a idade!), mas me lembro que achei bem bacana. Em tempo: apenas poucos e bons (muitos nem tão bons assim) se gabam de possuir móveis feitos com madeira de demolição. Faça parte dessa elite seleta (santa redundância!): apanhe restos de madeira de obras ou de móveis detonados e tenha também o seu móvel, ou o seu assoalho, ou o seu portal, ou a sua moldura de madeira de demolição.
P.S. Encontrei os móveis acima jogados no lixo e restaurei; achei desnecessário colocar o antes e depois (ou melhor, pelejei bastante e não consegui fazer com que as palavras ficassem centralizadas sob as fotos).

P.S. O endereço deste blog vai ser mudado, em breve, para www.mariliafleury.blogspot.com