É rústica? É. É chique? Muito. A casa acima mostra que o rústico e o chique podem (e devem) conviver em perfeita harmonia. E que se vive melhor sem grandes necessidades, preservando a memória, recuperando móveis e objetos que possuem identidade própria (ops, redundância voluntária!). Você gosta? Atende às suas necessidades? Ótimo. Recupere o que você já tem. Pense na utilidade. Isso também vale para o tamanho de sua casa. É possível viver com conforto também em moradias menores. Que o diga Danuza Leão, feliz da vida no seu quarto e sala. A finalidade não é épater les burgeois, mas, simplesmente, se sentir bem. Você já viveu mais de meio século, suas perninhas, muitas vezes, ficam cansadas, então por que percorrer mais de quinhentos metros para ir do quarto à cozinha? Seja simples. É tão mais fácil, tão mais natural. O exagero sempre está ligado à ostentação e, cá entre nós, sempre fico na dúvida se é mais ridículo exibir dinheiro ou cultura. Óbvio que bons eletrodomésticos poupam tempo e energia. Isso é necessidade. De resto, aproveite o que você tem. Enjoou? Transforme. Tomou verdadeiro piriri e não aguenta mais nem olhar a famigerada peça? Reforme novamente. E acredite: despojamento (atenção: eu disse despojamento, não sem-gracice avassaladora) é uma atitude muito, muito chic, coisa assim de quem já rodou o mundo e, de repente, acha tudo muito, muito déjà vu.

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Este endereço vai ser modificado, em breve, para www.mariliafleury.blogspot.com
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